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terça-feira, 1 de junho de 2010

Agradecimentos

O Ironman é um esporte coletivo. Não teria sido possível e nem tão legal completá-lo se não fosse o apoio, acompanhamento, parceria e participação de muita gente, muita gente muito legal. Antes de contar como foi, preciso fazer um post só para agradecer.




Família

Ao Roger, meu marido, por todas as noites em que ele dormiu no quarto dos meninos para não fazer barulho e não me acordar, por todos os dias que ele segurou a peteca sozinho e, principalmente, por ter estado lá, de corpo e alma, torcendo, vibrando, me incentivando a cada volta.

Aos meus quatro filhos: Theo, Martim, Félix e Ian, por todos os sábados e domingos que mal consegui conversar de tão cansada, pelos programas que deixei de fazer com vocês mas, principalmente, por estarem ali comigo, uniformizados, para cruzar a linha de chegada como um bandinho de loucos, festejando como quem faz o gol da vitória aos 45 do segundo tempo!

Aos meus pais, Lidia e Paulo que, como sempre, me apoiaram em todos os momentos - importantes ou banais - da minha vida. Desta vez, vocês se superaram. Não deixaram ninguém perder o foco: estavam ali pra tornar a experiência a melhor possível para mim! Ao mesmo tempo, se deixaram tomar pelo espírito do evento, se envolveram, aprenderam tudo sobre triathlon, conheceram e conversaram com meus amigos, com atletas e familiares, participaram. Não apenas vestiram, como FIZERAM a camisa!

Aos meus sogros, Irene e Wolf, que mais uma vez, acolheram esta minha insanidade de braços abertos do mesmo modo carinhoso como fizeram quando entrei repentinamente na vida deles há 11 anos. A emoção e a empolgação deles foi contagiante! Tenho certeza de que eles voltarão a Floripa quando seu filho for estrear no Iron!

À Dilma, que cuida da casa, das crianças e de mim e que já faz parte da família. Sem ela, não teria sido possível treinar.

À minha tia Lia e à minha prima Marília, que acompanharam minha saga pelo blog sempre com espanto e admiração.

Aos meus irmãos cunhados, primos e tios que compreenderam minhas ausências e participações pífias nas festas de família e que me mandaram palavras de incentivo e torcida.

À minha vó Anita, uma verdadeira Ironlady, firme, forte e lúcida em seus 93 anos de idade.



Amigos (tri)atletas

Nossa. Essa lista é IMENSA! Uma das melhores coisas que o triathlon me trouxe. Espero não cometer nenhum injustiça.

Às minha Ironmadrinhas, Gra e Thelma, absolutamente essenciais em todo o processo.

Gra, com sua calma e tranquilidade, me tirou da crise que tive às vésperas de ir pra Florianópolis, me ajudou a tomar as últimas decisões na hora de arrumar as sacolas, foi na madrugada me acompanhar e estava lá como um special gift, na hora das special needs.

Thelma com sua firmeza e recém adquirida doçura, me emprestou todas as suas listas, me deu dicas preciosas sobre a roupa a ser usada e, sobretudo, encheu meu coração de força e alegria com o belo post que escreveu às vésperas da minha ida. Ela não estava lá, mas senti a sua presença me acompanhando o tempo todo.

Às minhas filhas "adotadas": Tarsila, Daniela, Mariana, Paula e Julia que treinaram comigo, curtiram, incentivaram, torceram e, como legítimas filhas, cuidaram de mim. Jamais vou esquecer o presente de dia das mães que me revigorou após meu último treino forte. A caçulinha, merece uma menção especial: aquelas corridas pós pedal foram fundamentais para aprender a forçar a barra e eu não teria treinado tão bem se ela não fosse quase me arrastando. Ter você lá na prova foi muito, mas muito bom mesmo! A família ficou quase completa!

À Mariana Almeida Prado que deveria ter estado lá comigo mas, como não pode, acompanhou todos os momentos, da inscrição ao pós prova, sempre com palavras animadoras e de alto astral.

Ao Zé Matos, por transformar os longões com morro em batepapos animados pelo bairro da Aclimação. Eu não teria subido Canasvieiras tão rápido sem esses treinos.

Ao Lester, pela rodinha e palavras de ânimo nos momentos mais difíceis dos treinos de pedal.

Ao Ricardinho, Cachorro Louco, por tornar os treinos divertidos e o café na padoca melhor ainda.

Ao Marcos Vilas Boas pela torcida, apoio e companhia. Ao Alcy Vilas Bôas, não só por acompanhar o blog mas por ter me socorrido quando a ombrite apertou. Ver os dois lá na véspera e no dia, foi ótimo!

E mais os amigos e companheiros de treino:

André Rapapport, Beto Bianchi, Leandro Hernandez, Marquinhos Pereira, Patê Bertolucci, Rodrigo Esper, Victor Nicolau, Cris Dresbach, Flavio Souza Ramos são alguns dos que estiveram próximos de mim nesta jornada.

E mais os corredores e triatletas Fabiana Guerra, Andrea Rizzo, Paéco, Marcinha Oka e Marcelo, Deise Jancar, Graciema Bertoletti, João Paulo Conrado, Kiki Ferreira, Priscila Machado, Monica Bolognani, Marcelo Malavolta, Nickolas Suzuki e, puxa, com certeza está faltando alguém! Sinta-se incluído, por favor!

Ao Portelinha, o primeiro Ironman que conheci e que me desafiou dizendo que eu não seria uma verdadeira triatleta enquanto não completasse um Iron.



Companheiros de aventura

Nilma Machado – mais uma vez, infalível, bem humorada e, desta vez, experiente! Nossos encontros são poucos, mas sempre intensos! Menção honrosa pro Neto, namorado dela, que aguenta tudo sem se estressar!

Pedro Fernandes – desde Penha que venho acompanhando de longe este menino que vai longe. Já já ele chega ao Hawaii! Foram muito legais estes dias de convívio, troca de experiências e muitas, muitas conversas intermináveis sobre nosso assunto predileto.

Evandro Lopes – parceiro dos treinos mais difíceis de pedal. Sofreu, sofreu mas chegou ao fim e quer maisssss!

Diglu – parceiro num treino longo de pedal, na viagem de ida pra Flops – na qual pude aprender um monte de coisas e, puxa, como foi bom ver e ouvir você naquele obscuro trecho da maratona!

E o casal Simone e André de Jau e Kim Cordeiro, da BK; Rodrigo Zerlotti e Valéria Rosato – concorrente leal e forte, ambos da Ironminds, o Velho Ligeiro, Jefferson Vilela e toda a sua animada turma; Maurício “Cachaça”, seguidor deste blog; Eduardo Sarhan; Felipe, Armandinho Bassani, Anderson Atizzano e a esposa Ligia, Clebert Duarte e toda a turma da MPR – e, em especial, o Wagner Spadotto, que sempre tinha uma palavra firme e sábia para mim, que soube me deixar confiante.



Amigos blogueiros e blogueiros amigos, seguidores e seguidoras, leitores e leitoras

Daniel Blois que saiu do mundo virtual para se tornar um amigo real, com quem, em pouco tempo, já tenho afinidade, assunto e parceria para muitos treinos, debaixo de sol ou de chuva.

Rodrigo Sales, meu querido triatleta pianista, com quem compartilhei o treino mais importante de corrida: os famosos 30 e que também me acompanha com entusiasmo.

Rafael Pina, blogueiro, parceiro de treino da Ironminds, o “Homem do tempo” que compartilhou comigo toda a ansiedade da metereologia enlouquecida desta semana pré Iron.

E mais: Eduardo do Três Meios, Xampa, Corredor, Arthur Araújo (que conheci pessoalmente no meu último treino antes do Iron!), Teddy Jones, XFranzX, Carol Merlino, Rafael Farnezi, Vagner Bessa, Carlos Lopes, de Portugal, Egas Zandoni, , Marcos Apene do Amaral; Alexei Caio e Kener Assis dos “doces” e todos os leitores anônimos e “nônimos” que me acompanharam e comentaram este blog. Senti-me acompanhada de vocês!



Equipe técnica

Ao Emerson Gomes, meu técnico e grande incentivador desta aventura. Não deixou que eu me arriscasse em 2009 e me deu a maior confiança em 2010. Segui a planilha à risca, quando tinha que alterar alguma coisa, negociava com ele. Teve o bom senso de me poupar alguns domingos, considerando a minha situação familiar. Estava lá domingo, me elogiando publicamente e seus elogios funcionaram de combustível. Ah, e claro, ao próprio MPR, principalmente pelos berros que deu durante as minhas passagens por ele na corrida!

À Mariana Klopfer, nutriocionista da Nutricius, e uma das torcedoras mais animadas do domingo! A alimentação numa prova de Iron é tão importante quanto o condicionamento físico. E eu fiz o que a Mari mandou antes, durante e depois da prova. Não teve erro. Fora isso, ela é uma pessoa maravilhosa, divertida com quem pude dar boas risadas ao longo desses meses todos.

Ao Alê Piccolo, que me fez quase gostar de musculação. Não perdi um treino e o resultado está aí. Fora a lesão preexistente, nenhuma nova lesão e dois centímetros a mais em cada coxa!

Ao Rodrigo Chiquie Ali, professor de natação da Sumaré Sports, que adaptou váááários mas váááários treinos pra mim, ora por causa da ombrite, ora por causa do meu cansaço, ora por causa da roupa de borracha, ora porque era hora da prova. Sempre de bom humor, sempre tornando a parte difícil quase divertida. E o resultado também apareceu.

À Lucca Mameri, osteopata, fera, que teve, comigo, uma trabalho de Sísifo. Ela me desentortava e eu voltava, na semana seguinte, depois de um longo de pedal, toda torta de novo e ela tornava a me desentortar, achando graça.

À Juliana Ikeda, da SKARP que preparou “a roupa da noiva”, na medida pra mim. E ainda me ofereceu um chazinho de fim de tarde que desfrutamos batendo um papo de amiga de infância, às vésperas da prova.



Aos amigos não triatletas

À Ana Castro, amiga querida, que me incentivou a escrever este blog que acabou sendo uma das partes mais legais da saga.

À Maria Adelaide, pelas suas, sempre bem vindas, preces.

À minha amiga de infância, Pati Curti, que perdoou minha ausência em seu aniversário.

À Celina Santiago, por cuidar de mim, sempre e não me deixar esquecer as coisas quando o cérebro está falhando por só pensar naquilo!

Ao Vagner que fez vários apoios na estrada, sempre encarando como uma grande farra, mas dirigindo com perfeição.

Ao Richard, não só por me agüentar falando do assunto sem parar, mas por SEMPRE perguntar a respeito.

À Nodette e Chris, por torcerem, incentivarem e me suportarem só querendo falar disso nos nossos almoços nos últimos 6 meses!

À Iara e à Neide por terem tido paciência comigo nos momentos em que eu já não tinha mais paciência pra falar de trabalho.

Ao Guilherme Gobato, que sempre pergunta e acompanha.

Ao Thiago Poço, que trouxe as meias e o pneu pra mim.

Ao Fábio Bonini, só pela cara de incredulidade que ele faz quando conto sobre essas façanhas.

À Lucia Mandel, que segue esta saga desde o começo.

A todo o pessoal da (ou ligado à) FDE que sempre pergunta e torce por mim, entre eles: Eliana Eduardo, Marisa Garcia, Luiz Bertini, Inácio Ovigli, Nivaldo Santos, Devanil Tozzi, Maria Ribeiro, Thais Liberato, Conceição Conholato, Solange Rigo, Caia Amoroso.

A todo mundo que, de um jeito ou de outro, sabia que eu estava nessa empreitada e torceu pra que eu tivesse sucesso.



Obrigada, pessoal, obrigada mesmo.




O post sobre a prova virá em breve!